sexta-feira, 25 de março de 2016
quarta-feira, 23 de março de 2016
Organizando o cuidado de enfermagem em Puericultura
http://www.ufrgs.br/educatele/webpalestras/webpalestras-conteudo/organizando-o-cuidado-de-enfermagem-em-puericultura
Público-alvo: Enfermeiros atuantes na Atenção Básica
Tópicos abordados:
-Consulta de enfermagem uma atividade privativa do enfermeiro;
-Atribuições dos enfermeiros nas consultas de puericultura;
-A primeira consulta do RN principais aspectos serem considerados;
-Consultas subsequentes;
-Avaliação do crescimento e desenvolvimento
-Alimentação saudável;
-Prevenções de lesões não intencionais;
-Busca Ativa
Palestrante:
Lívia de Almeida Faller
Enfermeira (UNISC);
Residência em Saúde da Família (GHC);
Teleconsultora de enfermagem 0800 do TelessaúdeRS.
NOTA DO COSEMS-PE EM APOIO A APROVAÇÃO DA PEC 01/2015
Recife,
22 de Março de 2016
NOTA
DO COSEMS-PE EM APOIO A APROVAÇÃO DA PEC 01/2015
Prezados(as)
Senhores(as),
Considerando a
votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 01/2015, que assegura o
percentual mínimo da receita corrente líquida para custeio da saúde no Brasil,
na Câmara dos Deputados no dia de hoje;
Considerando que a PEC 01/2015 teve como base a iniciativa popular Saúde +10,
promovida pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) em conjunto com movimentos
sociais e a participação efetiva da sociedade;
O COSEMS-PE vem por meio
desta, alertar aos gestores da saúde e a sociedade pernambucana, as
dificuldades impostas pelo subfinanciamento crônico da saúde. No VII Congresso de Secretarias Municipais de Saúde de PE e 62º
Encontro de Secretários Municipais de Saúde de Pernambuco em 2015, foi
publicada a Carta de Pesqueira contendo a
apresentação dos municípios para evitarem a inviabilização do SUS, aumentando a
sua participação no financiamento além do que determina a legislação (R$ 80
bilhões a mais nos últimos cinco anos). Lamentavelmente, nesse mesmo ano, foi
aprovada pelo Congresso Nacional a EC 86, que dispõe sobre o orçamento
impositivo e estabelece como percentual de recursos da União vinculados à
saúde, 15% das receitas correntes líquidas em cinco anos.
Isso agrava o
subfinanciamento não só pela diminuição dos recursos federais, mas também pela
criação da emenda impositiva que tira da saúde o que era para ser transferido
automaticamente para os orçamentos municipais e estaduais, ficando a depender
de emendas parlamentares, e elimina a possibilidade de acréscimo ao orçamento
da saúde que viria do montante de 25% das receitas oriundas da exploração do
Pré-Sal.
No momento em que o País
sofre com a epidemia de arboviroses e microcefalia faz-se necessário lutarmos
pela garantia da Política Pública de Saúde do Brasil e não permitir
retrocessos, bem como a retirada de recursos da saúde.
Portanto, pedimos a todos(as):
secretários(as), gestores(as), Sanitaristas, Conselheiros(as),
Trabalhadores(as), usuários(as) e militantes do SUS para que se mobilizem por
meio de articulação, contatos, e-mails e telefonemas aos gabinetes dos
parlamentares recomendando a aprovação da PEC 01/2015.
Contamos com a
participação de todos.
Diretoria e Vice Regionais do Colegiado de Secretários
Municipais de Saúde
sexta-feira, 4 de março de 2016
Atualizações no Sistema SARGSUS
Nota técnica 14/2016- DAI/SGEP/MS
Disponível para download : https://www.dropbox.com/s/vzjipje0simxdgg/Nota%20T%C3%A9cnica%20n%C2%BA%2014%20%202016-DAI-SGE-PMS%20.pdf?dl=0
Disponível para download : https://www.dropbox.com/s/vzjipje0simxdgg/Nota%20T%C3%A9cnica%20n%C2%BA%2014%20%202016-DAI-SGE-PMS%20.pdf?dl=0
domingo, 21 de fevereiro de 2016
Manifesto do CONASEMS
O CONSELHO NACIONAL DE SECRETARIAS MUNICIPAIS DE SAÚDE em nome dos 5570 Secretários Municipais de Saúde de todo o Brasil manifesta publicamente irrestrito apoio e moção de desagravo aos Drs. Camillo Lellis Junqueira, Daniel Soranz e à Dra. Solange Regina de Oliveira, Secretários Municipais de Saúde de Duque de Caxias, Rio de Janeiro e Niterói, em função da ordem de prisão ordenada pelo Juiz titular da Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro, tendo em vista que os Secretários Municipais de Saúde sempre mantiveram conduta ilibada em todas as suas ações como gestores do Sistema Único de Saúde, compromissados com a saúde e bem estar da população.
A conduta e atuação do Dr. Camillo Junqueira, do Dr. Daniel Soranz e da Dra. Solange Oliveira, tanto como cidadãos, quanto como gestores do Sistema Único de Saúde foi sempre pautada pela retidão de caráter, uso de evidências para qualidade técnica de suas equipes, pelo compromisso político com o direito à saúde, pelo cumprimento das normas e diretrizes do SUS e pelo rigor ético no trato dos recursos públicos, além do inegável compromisso com a saúde da população dos seus respectivos Municípios e do País como um todo, em histórico onde nenhum fato desabona suas condutas ética e moral.
A forma de tratamento dispensada aos gestores do SUS, equiparando-os a marginais, bandidos e transgressores da lei, faz com que, cada dia, menos pessoas de bem se dediquem à causa pública. Nenhum gestor público, em sã consciência, deixa de atender uma necessidade do paciente/usuário ou uma ordem judicial, caso a decisão seja unicamente sua. Nenhum Secretário Municipal de Saúde deixa de internar um cidadão por que quer.
Nesses tempos de espetáculos pirotécnicos como esse, infelizmente tornaram-se comuns decisões judiciais que decretam a prisão de gestores que em nada contribuem para o direito à saúde da população e somente desconstroem os princípios do sistema de saúde.
Neste momento de grave crise financeira e econômica por que passa o país, e que, todos os municípios são penalizados diariamente Brasil afora para cumprir demandas judiciais, em curtíssimos prazos, outra não tem sido a conduta dos gestores do sistema único de saúde, em especial dos desagravados, se não de determinar e autorizar compras dos mais diversos insumos e procedimentos para atender prazos judiciais, mesmo não sendo os responsáveis diretos pelas compras de bens ou serviços. Listas de acesso ao sistema de saúde se duplicam, uma para seguir os princípios constitucionais e outra para atender ao desejo dos senhores juízes.
Não é adequada para o SUS e para o sistema de Justiça a manutenção deste modelo autoritário e unilateral, em que a decisão não é cumprida por impossibilidade fática, técnica e, sobretudo, médica, já que a finalidade principal é proteger a saúde e a vida dos usuários – a segurança e saúde dos pacientes estão em primeiro lugar. Se o magistrado ouvir o Secretário e os profissionais de saúde perceberá que o diálogo pode ser mais eficaz que o uso da força decorrente da determinação judicial. A sociedade brasileira precisa de profissionais compromissados com a melhoria do sistema de saúde – público e privado – e a criação de animosidades somente vai agravar as dificuldades já enfrentadas. Ao invés disso, saúde e de justiça devem se unir na busca da melhorias para o país, já que o interesse de ambos é convergente – a garantia de uma saúde de qualidade para toda a população.
Leia no Portal Conasems - http://www.conasems.org.br/servicos/todas-noticias/45-ultimas/4391-manifesto-de-apoio-e-desagravo
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Cidade de Triunfo também está na guerra contra o Aedes
A secretaria municipal de Saúde do município de Triunfo vem realizando ações de combate ao vetor transmissor da Dengue, Zica vírus e Chikungunya.
Cidade de Igarassu realiza ação contra o Aedes
Ação em Nova Cruz II e na comunidade de Santo Antônio em clima de Carnaval orientando a população na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e combate ao Aedes Aegypti
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Calendário de Eventos 2016
III CONGRESSO PERNAMBUCANO DE MUNICÍPIOS - AMUPE - RECIFE-PE
Abril - dias 04, 05 e 06 Mobilização no dia 04 de fevereiro contra o mosquito Aedes aegypti em todos os estabelecimentos de saúde do Brasil
Chegou a hora de vencermos o mosquito de vez!
Secretários de saúde mobilizem seus municípios na luta contra os focos do mosquito que transmitem a dengue, o Zica Vírus e a febre Chikungunya.
Neste sentido, no próximo dia 04 ( quinta-feira) haverá uma grande mobilização contra o mosquito em todos os estabelecimentos de saúde.
Juntos, podemos acabar com o Aedes!
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Bezerros apresenta Plano Municipal de Estratégias para o combate ao Aedes aegypty
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Presidenta do COSEMS-PE no Jornal Nacional - Rede Globo
A presidenta do COSEMS-PE Gessyanne Paulino, concedeu entrevista nesta noite ao Jornal Nacional da Rede Globo, reiterando a necessidade do apoio federal e estadual no financiamento das ações de combate ao vetor transmissor da dengue, Zica Vírus e da febre Chikungunya.
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
PROPOSTA DE ENFRENTAMENTO DA DENGUE, FEBRE DO CHIKUNGUNYA E ZIKA
Prezados(as) Senhores(as),
O Ministério da Saúde confirmou no último sábado (28/11) a
relação entre o vírus Zika e os casos microcefalia, baseado nos achados
realizados pelo Instituto Evandro Chagas em amostra de tecidos e de sangue de
indivíduos que foram à óbito. O estado de Pernambuco lidera em número de
notificações de casos de microcefalia, já são 487 este ano. Diante desta situação
o CONSELHO DE SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE SAÚDE – COSEMS/ PE apresenta algumas
proposições para contribuir com as medidas de notificação, controle e
assistência da doença.
ÂMBITO
FEDERAL
1. Revisão
da portaria GM nº 1025/2015, pelo Ministério da Saúde, do número preconizado de
Agentes de Controle de Endemias, que está aquém das necessidades locais para o
trabalho efetivo de eliminação dos focos dos mosquitos;
2. Distribuição
regular e suficiente de larvicida aos municípios, bem como avaliar a eficácia
do produto utilizado atualmente pelo Ministério da Saúde, com viabilização do
uso de larvicida biológico;
3. Investir
em publicidade, educação em saúde e material educativo utilizando-se da grande
mídia para o combate aos focos de criação do Aedes Aegyti;
4. Apoio
da Força Nacional do SUS para compor o comitê estadual de controle da
microcefalia (sanitaristas, infectologistas e corpo assistencial);
5. Envolvimento
das Forças Armadas nas campanhas de combate ao foco do mosquito, assim como
para adentrar as residências, garantindo segurança aos agentes de saúde e
moradores.
ÂMBITO ESTADUAL
6. Garantir
contrapartida financeira para os municípios desenvolverem ações de vigilância
em saúde (revisão do teto financeiro da vigilância à saúde – desconcentração do
recurso financeiro federal para os municípios);
7. Investimento
na capacitação dos profissionais da rede assistencial do Estado e Municípios
para a notificação, diagnóstico, acompanhamento assistencial dos casos de
microcefalia;
8. Aumento
de investimento na estruturação das unidades de saúde para detecção,
diagnóstico, tratamento e acompanhamento das pessoas acometidas de
microcefalia;
9. Reforçar
o envolvimento dos Agentes Comunitários de Saúde, para busca de focos e
conscientização da população;
10. Ampliar
ações intersetoriais envolvendo: as igrejas, escolas, universidades, sociedade
civil organizada, sindicatos, rádios comunitárias, Polícia Militar, Bombeiros,
Correios, empresa de energia elétrica e saneamento, no sentido de participar maciçamente
no combate aos criadouros;
11. Definição
dos fluxos assistenciais e aumento das unidades de referência para detecção,
diagnóstico, tratamento e acompanhamento para os casos de microcefalia;
12. Aumentar
cotas de exames sorológicos para gestantes;
13. Ações
de correção do abastecimento de água intermitente aos bairros, distribuição de
recipientes e cobertura de tela para populações carentes nos municípios que já
estão dependentes de abastecimento alternativo;
14. Lei
estadual que estabeleça multa para os imóveis com focos reincidentes e livre
acesso aos imóveis fechados, ou em caso de recusa da visita dos agentes
públicos de combate ao Aedes aegypti.
O
COSEMS/PE reafirma o compromisso com a sociedade pernambucana, governos
Estadual e Federal para enfrentamento da situação epidemiológica emergente.
Diretoria e vice-regionais do Conselho de Secretários Municipais
de saúde
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Microcefalia: SES investiga casos no Estado
A Secretaria Estadual de Saúde (SES) esclarece que foi comunicada, no mês de outubro, da ocorrência de casos de microcefalia, condição neurológica em que a cabeça do recém-nascido é menor quando se compara com o padrão daquela mesma idade e sexo. Com o apoio das equipes das unidades de saúde pública e privadas envolvidas, a SES vem consolidando todas as informações desses pacientes, incluindo exames de imagem, clínicos e laboratoriais dos recém-nascidos, amostras de sangue das mães e dados gerais do pré-natal. A SES já está investigando todos os casos junto ao Ministério da Saúde com o objetivo de definir estratégias para esclarecer os fatores associados a essa alteração congênita, além de estar criando protocolos de atendimentos para os bebês e para as mães.
A SES ressalta que está analisando diversas possíveis causas para essas ocorrências, entre elas: infecções congênitas (rubéola, sífilis, varicela, toxoplasmose), agressões teratogênicas (drogas como talidomida, aspirina, tetraciclina, calmantes), alcoolismo materno, drogadição (cocaína), infecções provocadas por dengue, chikungunya ou zika, entre outros. É importante ressaltar que todas as medidas estão sendo tomadas para que haja a resolução do caso e para que todas as mães e bebês envolvidos sejam acolhidos por serviços de referência na rede pública de saúde.
Histórico: Em outubro de 2015, a Secretaria de Saúde de Pernambuco foi comunicada por profissionais da rede de saúde estadual de um possível aumento do número de casos de microcefalia entre recém-nascidos residentes em Pernambuco. Após reuniões com esses profissionais, percebeu-se a importância e pertinência dos relatos e por se tratar de um evento inusitado de interesse para a saúde pública foi instituído, de imediato, o Comitê de Operações de Emergências em Saúde (COES) composto por profissionais de diversas instituições: Ministério da Saúde; Organização Pan-americana da Saúde – OPAS; Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz; Universidade Federal de Pernambuco; Hospital Universitário Oswaldo Cruz - HUOC; Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira – IMIP; Associação de Assistência à Criança Deficiente – AACD, para discussão dos casos e planejamento das ações que deveriam ser deflagradas.
Notificação imediata: A partir de 27 de outubro de 2015, a SES instituiu a notificação imediata desses casos, orientando todos os serviços e profissionais de saúde do Estado que notificassem imediatamente os casos de microcefalia identificados por meio do CIEVS-PE, utilizando o link do FormSus (http://goo.gl/OvUlfN) ou diretamente na Plataforma CIEVS (www.cievspe.com).
Investigação: Além da instituição da notificação imediata no Estado, com o apoio do Ministério da Saúde, OPAS e Fiocruz, está sendo realizada uma investigação epidemiológica de campo em busca da identificação de possíveis causas dessa alteração no padrão de ocorrência de microcefalia no Estado. Como fontes de dados são utilizados prontuários e outros registros de atendimento médico da gestante e do recém-nascido no local onde ocorreu o parto e entrevistas realizadas pessoalmente com as mães.
Protocolos: Foi elaborado, ainda, e divulgado em 10.11.2015, pela equipe da SES, MS e profissionais das unidades de saúde envolvidas (infectologistas, pediatras, neurologistas) um protocolo clínico e epidemiológico para orientação dos profissionais nas maternidades e unidades de referências com relação ao manejo desses casos. Mais detalhes sobre o levantamento de informações dessa fase inicial estão disponíveis na Plataforma do Cievs-PE por meio do link http://goo.gl/IOVNMV.
Perguntas e respostas – Microcefalia
- O que é a microcefalia?
A microcefalia não é um agravo novo. Trata-se de uma malformação congênita, em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. Neste caso, os bebês nascem com perímetro cefálico (PC) menor que o normal, que habitualmente é superior a 33 cm.
A microcefalia não é um agravo novo. Trata-se de uma malformação congênita, em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. Neste caso, os bebês nascem com perímetro cefálico (PC) menor que o normal, que habitualmente é superior a 33 cm.
- Quais as causas desta condição?
Esse defeito congênito pode ser efeito de uma série de fatores de diferentes origens, como as substâncias químicas, agentes biológicos (infecciosos), como bactérias, vírus e radiação.
Esse defeito congênito pode ser efeito de uma série de fatores de diferentes origens, como as substâncias químicas, agentes biológicos (infecciosos), como bactérias, vírus e radiação.
- A microcefalia pode levar a óbito ou deixar sequelas?
Cerca de 90% das microcefalias estão associadas com retardo mental, exceto nas de origem familiar, que podem ter o desenvolvimento cognitivo normal. O tipo e o nível de gravidade da sequela vão variar caso a caso. Tratamentos realizados desde os primeiros anos melhoram o desenvolvimento e a qualidade de vida.
Cerca de 90% das microcefalias estão associadas com retardo mental, exceto nas de origem familiar, que podem ter o desenvolvimento cognitivo normal. O tipo e o nível de gravidade da sequela vão variar caso a caso. Tratamentos realizados desde os primeiros anos melhoram o desenvolvimento e a qualidade de vida.
- Como é feito o diagnóstico?
Após o nascimento do recém-nascido, o primeiro exame físico é rotina nos berçários e deve ser feito em até 24 horas do nascimento. Este período é um dos principais momentos para se realizar busca ativa de possíveis anomalias congênitas. Por isso, é importante que os profissionais de saúde fiquem sensíveis para notificar os casos de microcefalia no registro da doença no Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (Sinasc).
Após o nascimento do recém-nascido, o primeiro exame físico é rotina nos berçários e deve ser feito em até 24 horas do nascimento. Este período é um dos principais momentos para se realizar busca ativa de possíveis anomalias congênitas. Por isso, é importante que os profissionais de saúde fiquem sensíveis para notificar os casos de microcefalia no registro da doença no Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (Sinasc).
- Qual o tratamento para a microcefalia?
Dependendo do tipo de microcefalia, é possível corrigir a anomalia por meio de cirurgia. Geralmente, as crianças, como já informado, precisam de acompanhamento após o primeiro ano de vida. Nos casos de microcefalia óssea existem tratamentos que propiciam um desenvolvimento normal do cérebro.
Dependendo do tipo de microcefalia, é possível corrigir a anomalia por meio de cirurgia. Geralmente, as crianças, como já informado, precisam de acompanhamento após o primeiro ano de vida. Nos casos de microcefalia óssea existem tratamentos que propiciam um desenvolvimento normal do cérebro.
- Quais estados estão apontando crescimento de casos de microcefalia acima da média?
O Ministério da Saúde está os casos de microcefalia em Pernambuco, estado que tem apresentado aumento de casos da doença, classificado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como situação inusitada em termos de saúde. Temos recebido relatos de profissionais de saúde sobre o mesmo corrido nos estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte. Todas essas suspeitas estão sendo investigadas e todos esses locais contam com a atuação de profissionais de saúde do ministério.
O Ministério da Saúde está os casos de microcefalia em Pernambuco, estado que tem apresentado aumento de casos da doença, classificado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como situação inusitada em termos de saúde. Temos recebido relatos de profissionais de saúde sobre o mesmo corrido nos estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte. Todas essas suspeitas estão sendo investigadas e todos esses locais contam com a atuação de profissionais de saúde do ministério.
- Há registro de ‘surtos’ de microcefalia em outros países?
Por enquanto, não há relatos na literatura cientifica e nem casos registrados em outros países da associação do zika vírus com a microcefalia. No entanto, nenhuma hipótese está sendo descartada.
Por enquanto, não há relatos na literatura cientifica e nem casos registrados em outros países da associação do zika vírus com a microcefalia. No entanto, nenhuma hipótese está sendo descartada.
- Que exames estão sendo realizados nas crianças e nas gestantes dos estados (PE, RN e PB) que já notificaram o Ministério da Saúde?
A partir dos casos identificados em Pernambuco, como já informado, estão sendo realizadas investigações epidemiológicas de campo, tais como: revisão de prontuários e outros registros de atendimento médico da gestante e do recém-nascido. Também estão sendo feitas entrevistas com as mães por meio de questionário. Os casos seguem para investigação laboratorial e exames de imagem como a tomografia computadorizada de crânio.
A partir dos casos identificados em Pernambuco, como já informado, estão sendo realizadas investigações epidemiológicas de campo, tais como: revisão de prontuários e outros registros de atendimento médico da gestante e do recém-nascido. Também estão sendo feitas entrevistas com as mães por meio de questionário. Os casos seguem para investigação laboratorial e exames de imagem como a tomografia computadorizada de crânio.
- Neste momento, qual é a recomendação do Ministério da Saúde?
Neste momento, o Ministério da Saúde reforça às gestantes que não usem medicamentos não prescritos pelos profissionais de saúde e que façam um pré-natal qualificado e todos os exames previstos nesta fase, além de relatarem aos profissionais de saúde qualquer alteração que perceberem durante a gestação. Além disso, é importante que os profissionais de saúde estejam atentos à avaliação cuidadosa do perímetro cerebral e à idade gestacional, assim como à notificação de casos suspeitos de microcefalia no registro de nascimento no Sinasc.
Neste momento, o Ministério da Saúde reforça às gestantes que não usem medicamentos não prescritos pelos profissionais de saúde e que façam um pré-natal qualificado e todos os exames previstos nesta fase, além de relatarem aos profissionais de saúde qualquer alteração que perceberem durante a gestação. Além disso, é importante que os profissionais de saúde estejam atentos à avaliação cuidadosa do perímetro cerebral e à idade gestacional, assim como à notificação de casos suspeitos de microcefalia no registro de nascimento no Sinasc.
Disponível em :http://portal.saude.pe.gov.br/noticias/secretaria-executiva-de-vigilancia-em-saude/microcefalia-ses-investiga-casos-no-estado
terça-feira, 27 de outubro de 2015
II ETAPA DA CONFERÊNCIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO
Considerando que a atividade se trata da continuidade das discussões, deverão participar apenas os/as
credenciados/as da primeira etapa, não havendo novas inscrições/indicações/substituições ou credenciamento. Na chegada do/a participante durante o acolhimento será necessário apenas apresentar documento com foto para o recebimento dos crachás e todos/as deverão de imediato se dirigir para as salas das plenárias temáticas de discussão, de acordo com o eixo já escolhido anteriormente. Em tempo,informamos que não será permitida a alteração de eixo escolhido, estão sendo consideradas as escolhas já registradas no credenciamento realizado pelo/a participante no dia 07.10.15.
Nesse sentido a Comissão Organizadora orienta que todos/as tragam o caderno de proposta distribuído no primeiro momento. Pedimos também o apoio dos/as participantes, caso tenham esquecido de realizar a entrega dos keypads (equipamento de votação), estaremos recebendo-os nos dias 23 e 24.11.15, na secretaria executiva do evento. Aos que entregaram, favor desconsiderar.
Lembramos ainda que na ocasião será ofertado 01 (um) lanche no horário do intervalo (17h) do dia
23.11.15. Na manhã/acolhimento do dia 24.11.15 será liberado 01 (um) lanche e um recurso para o almoço desta data. As despesas com transporte e hospedagens serão responsabilidade da instituição de origem.
Sem mais, contamos com a presença e colaboração de todos/as, já desejando um evento exitoso para o fortalecimento do SUS bem como do Controle Social.
Atenciosamente,
Suzana Assis
Secretária Executiva do CES/PE
Senador defende idade mínima de 40 anos para mamografias pelo SUS
O senador Lasier Martins (PDT-RS) apresentou projeto de decreto legislativo para sustar a aplicação da portaria do Ministério da Saúde, editada no dia 1º deste mês, mantendo em 40 anos a idade mínima para que as mulheres tenham direito de fazer o exame de mamografia pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
COSEMS PARABENIZA DRA. LÚCIA GIESTA
O COSEMS-PE parabeniza Dra. Lúcia Giesta pela concessão de título
de cidadã Petrolinense, fruto de sua dedicação nos serviços prestados a saúde
pública pernambucana.
Dra. Lucia Cristina Giesta Soares é natural de Valença/RJ.
Cirurgiã-dentista de formação pela Faculdade de Odontologia de Valença (FOV),
com especialidade em Auditoria em Serviços de Saúde, Saúde Pública e
em Gestão de Atenção à Saúde pelo Sírio Libanês.
Casada há 32 anos com o também cirurgião-dentista Marcelo José Soares
com que teve três filhos.
É vice-presidente do COSEMS-PE, Secretária de Articulação de Municípios
de Médio Porte do Nordeste – CONASEMS, membro do Colegiado Regional
Interestadual – CRIE e , desde 2010 é Secretária Municipal de Saúde de
Petrolina.
Indicada três vezes ao Prêmio de Qualidade em Excelência na Saúde
Pública, como gestora que se destacou em todo o País.
A sessão solene ocorrerá hoje as 19:30 no plenário da Câmara Municipal de Vereadores de Petrolina.
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
3° CICLO DO PMAQ
O processo de adesão ao 3º ciclo do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB) tem início nesta sexta-feira (16), pelo Departamento de Atenção Básica (DAB/MS). A adesão pode ser feita até o dia 30 de novembro de 2015.
domingo, 4 de outubro de 2015
Brasil caminha rumo à eliminação da malária, diz especialista da Opas
01 de outubro de 2015
Karina Toledo | Agência FAPESP – Entre os países americanos, o Brasil tem sido um dos campeões no combate à malária e caminha rumo à eliminação da doença que ainda mata no mundo cerca de meio milhão de pessoas anualmente – a maioria crianças menores de 5 anos.
A análise foi feita por Keith Carter, conselheiro sênior sobre malária e outras doenças transmissíveis da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) – vinculada à Organização Mundial de Saúde (OMS) –, durante a abertura da Escola São Paulo de Ciência Avançada para a Erradicação da Malária.
Realizado com apoio da FAPESP, Bill & Melinda Gates Foundation, Opas e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o evento reune 104 estudantes e jovens pesquisadores de 42 países desde o dia 22 de setembro até 2 de outubro na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP).
“O Brasil tem conseguido reduzir significativamente a transmissão de malária em seu território e representa um grande exemplo para o mundo. Claro que ainda há obstáculos a serem vencidos, especialmente nas áreas de fronteira. Já a Venezuela, onde o número de casos cresce a cada ano, é hoje o maior desafio do continente”, disse Carter em entrevista à Agência FAPESP.
Em sua apresentação, o representante da Opas lembrou que, no início do século 20, a enfermidade transmitida pela picada dos mosquitos do gênero Anopheles estava disseminada em praticamente todo o planeta. Em meados da década de 1950 – apenas alguns anos após a criação da OMS – teve início a primeira campanha global para erradicação da malária, que tinha como principal arma o inseticida DDT (diclorodifeniltricloroetano).
A ideia era dedetizar todas as casas, de todos os países, de modo a reduzir a densidade do mosquito vetor a um ponto que a cadeia de transmissão fosse interrompida.
O programa conseguiu eliminar a doença principalmente na Europa e na América do Norte, bem como reduzir o número de casos em outras regiões. Mas a erradicação efetiva não ocorreu tão rapidamente quanto se esperava e as fases de consolidação e manutenção se mostraram mais caras e demoradas do que o estimado.
“Em meados dos anos 1960, começaram a faltar recursos para dar continuidade aos esforços. Nas duas décadas seguintes o assunto caiu no esquecimento e o número de casos voltou a crescer”, contou Carter.
Na avaliação da brasileira Marcia Castro, professora da Harvard T.H. Chan School of Public Health, dos Estados Unidos, vários motivos explicam o fracasso da iniciativa.
“Em primeiro lugar, a cobertura não foi integral e mosquito não respeita barreira geográfica. Se você trata uma área, mas não todas, ele volta após algum tempo. Ficaram de fora da iniciativa, por exemplo, os países da África subsaariana, região onde até hoje concentra-se a maioria dos casos. Em muitos locais o acesso às casas era difícil por falta de estradas e falta de equipes de saúde bem estruturadas”, afirmou Castro.
Além disso, com o passar dos anos, os mosquitos foram adquirindo resistência ao inseticida e isso tornou inviável a proposta de reduzir a densidade vetorial a ponto de interromper a transmissão – meta que se tornou ainda mais difícil de ser alcançada uma vez que nem todos os pacientes estavam sendo tratados e, portanto, permaneciam como reservatórios do parasita causador da enfermidade.
Erradicação da pesquisa
De acordo com Castro, a iniciativa da OMS não só falhou em erradicar a malária como teve um efeito colateral nefasto: erradicou a pesquisa sobre a doença e o treinamento de profissionais de saúde em praticamente todo o mundo.
“Eles achavam que o DDT sozinho resolveria o problema, então não seria preciso treinar pessoas ou investir na busca de novas estratégias de controle e de novos medicamentos. Pensavam ser desnecessário estudar a ecologia das regiões endêmicas ou a biologia do parasita e do mosquito vetor”, disse a professora de Harvard.
A retomada só ocorreu nos anos 1990, disse Castro, quando muitos países se deram conta de que a malária não era apenas uma questão de saúde pública, mas um entrave ao desenvolvimento econômico. E era o início da globalização.
“Nos anos 1990, a tônica passou a ser o controle do número de casos para que a malária deixasse de ser um problema de saúde tão dramático. Já não se falava mais em erradicação (zero casos no mundo) ou eliminação (zero casos em uma região). Foi então adotada uma combinação de medidas, que inclui controle vetorial, diagnóstico e tratamento precoce dos pacientes”, explicou.
Dois passos à frente
Mas, segundo os especialistas, ainda são grandes os desafios a serem superados para, ao menos, manter a malária sob controle e isso só será possível por meio de investimento em pesquisas.
“A melhor droga antimalárica que temos hoje é a artemisinina e já há casos de resistência no sudeste da Ásia, onde ela foi muito usada. Não sabemos ao certo se a resistência já chegou à África e temos um grande receio de que ela se espalhe, pois não temos outra droga tão potente em mãos”, disse Castro.
Além de novos medicamentos, a professora de Harvard ressalta a necessidade de desenvolver novos produtos para tratar mosquiteiros e borrifar as casas, pois também já há resistência aos inseticidas atualmente usados.
“O mosquito parece estar sempre dois passos à nossa frente. Ele se adapta tanto em termos de desenvolver resistência como em termos de comportamento. Os livros sobre malária dizem que o Anopheles só se reproduz em águas limpas, mas larvas já foram encontradas em águas poluídas. Os livros dizem que ele pica dentro de casa, à noite, mas na Amazônia ele passou a atacar fora de casa, em dois picos: no início da noite e no início da manhã, quando as pessoas estão indo e voltando do trabalho”, relatou Castro.
Para Carter, também são fundamentais pesquisas antropológicas, que permitam entender como vivem e se comportam os moradores de áreas endêmicas, como usam os medicamentos, o que fazem quando estão doentes.
“Essas informações são importantes para guiar estratégias de saúde pública. E também temos de entender como as mudanças climáticas vão afetar a longevidade do mosquito nas diversas regiões”, disse.
Também são necessários, segundo os especialistas, novos métodos de diagnóstico que permitam identificar portadores assintomáticos da doença. Bem como métodos que permitam diagnosticar a forma latente da malária causada pelo parasita da espécie Plasmodium vivax, a mais prevalente na Amazônia brasileira, que pode provocar recaídas meses após a infecção primária.
Treinando lideranças
De acordo com o pesquisador do Instituto de Ciências Biomédicas da USP Marcelo Urbano Ferreira, organizador do evento, o curso oferecido no âmbito do programa Escola São Paulo de Ciência Avançada (ESPCA-FAPESP) é a primeira versão regional do “Science of Eradication: Malaria”, que vem sendo oferecido desde 2012 por três instituições líderes na pesquisa sobre o tema: Barcelona Institute for Global Health (ISGlobal, da Espanha), Harvard University e Swiss Tropical and Public Health Institute (Swiss TPH, da Suíça).
“Originalmente, é um curso avançado de capacitação, voltado a gestores de serviços de saúde ou pesquisadores sêniores da área. Nós adaptamos para o público da ESPCA, que inclui estudantes de graduação, pós-graduação e jovens pesquisadores – alguns deles envolvidos em programas de controle da malária”, disse Ferreira.
Além da excelência acadêmica, a seleção dos 104 participantes buscou dar representação aos países endêmicos, com destaque para aqueles que já contam com programas de eliminação ou erradicação de malária, como Sri Lanka, Butão, Etiópia e África do Sul.
“Conseguimos um bom equilíbrio entre pesquisadores de laboratório e acadêmicos que atuam como profissionais de saúde pública. Bem como um equilíbrio entre os envolvidos nas cinco áreas cobertas pelo curso: Epidemiologia e controle; Estudos dos vetores; Imunologia e vacinas; Tratamento e novas drogas; e Biologia de plasmódio”, disse Ferreira.
Fonte: FAPESP
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Subcomissão de reestruturação do SUS adia votação de parecer para amanhã
A Subcomissão Especial que trata da Reestruturação da Organização, Funcionamento e Financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS), ligada à Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, adiou para quinta-feira (1º) a apreciação do relatório do deputado Paulo Foletto (PSB-ES).
A reunião acontecerá no plenário 9, a partir das 11 horas.
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